A micoteca conta com mais de 250 amostras isoladas e preservadas em métodos de: repicagens periódicas, castellani e liofilização. A coleção também conta com fotos das amostras em meio de cultura AB (Agar batata) e preservada em estado desidratado. Destas amostras cerca 30 novos castellanis foram feitos.

Após o termino das obras no herbário iniciou-se o processo de realocação e organização das exsicatas nos novos armários, fazendo-se necessário uma reavaliação das amostras e inclusão de novos dados em planilha já existente. O banco de dados da coleção de fungos esta tendo a necessidade de ser revisto e atualizada, pois algumas informações foram modificadas como, por exemplo, trocas nomenclaturas e mudanças taxonômicas.  Até o momento cerca de 1700 exsicatas de liquens já se encontram no banco de dados do laboratório de micologia.

Devido a muitas das amostras serem do século XIX e oriundo de países europeus, a identificação das informações contidas nas exsicatas tornou-se uma barreira a ser ultrapassada. Para isso se faz necessário uma maior atenção nos registros escritos que acompanham as amostras, alem da tradução das informações e uma pesquisa detalha sobre local onde foi feita a coleta e o coletor da mesma.

Responsável: Anibal Carvalho

 

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