O projeto PPBio Mata Atlântica tem por objetivo geral promover ações pragmáticas que venham a potencializar as estratégias e ações de conservação no bioma. O projeto possui quatro Núcleos executores e o JBRJ coordena o Núcleo Sudeste.

O projeto desenvolvido pelo Núcleo Sudeste do PPBio Mata Atlântica tem por objetivo investigar processos e padrões geradores, mantenedores e impactantes da biodiversidade nas diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. O projeto possui parcelas permanentes instaladas no Parque Estadual da Ilha Grande, na Reserva Biológica do Tinguá, na Estação Ecológica Estadual de Guaxindiba e na Reserva do Vale. Esse conjunto de módulos permitirá a realização de levantamentos integrados de fauna e flora em diferentes condições climáticas, de relevo, solo e distância do litoral, contemplando boa parte da diversidade de fitofisionomias do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Responsável: Claudia Franca Barros

Objetivos Gerais

Investigar, descrever e relacionar processos e padrões geradores, mantenedores e impactantes da biodiversidade na diferentes fitofisionomias de Floresta Atlântica do estado do Rio de Janeiro.

Objetivos específicos

  • Aumentar as bases facilitadoras de pesquisas interdisciplinares.
  • Conduzir pesquisas sintéticas e multidisciplinares ao longo da amplitude latitudinal e altidudinal do bioma mata atlântica no estado.
  • Realizar pesquisas em diferentes escalas (regional a continental) que ampliem a infraestrutura e a formação de recursos humanos das instituições associadas formando uma rede de conhecimento local e nacional.
  • Compreender as respostas ecológicas às mudanças ambientais passadas e presente em múltiplas escalas espaciais e temporais.
  • Utilizar esse conhecimento para predizer respostas ecológicas, evolutivas e sociais a futuras mudanças ambientais e formular estratégias para mitigar ou se adaptar aos seus efeitos.
  • Fornecer dados e metadados já gerados ou que venham a ser gerados a um repositório de dados integrado, permitindo o acesso a cientistas, profissionais envolvidos com manejo ambiental e formadores de políticas públicas.
  • Promover a formação de recursos humanos em biodiversidade tanto em graduação como pós-graduação.

 

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